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Primeira fabricante nacional de bombas de calor
A empresa da Póvoa de Varzim investiu um milhão de euros para explorar um mercado ainda incidente no País.
07 Julho 2011 - A Uniko, empresa portuguesa a actuar na área da energias renovávei, decidiu investir um milhão de euros e tornar-se na primeira unidade industrial nacional a produzir bombas de calor aerotérmicas ar-água. Este produto é bastante semelhante a um ar condicionado tradicional, com as vantagens de ser "alimentado" a 75% por energia térmica e permitir também o aquecimento de águas sanitárias.

Segundo Dilen Ratanji, director-geral da empresa, a Uniko "deverá ser a primeira empresa portuguesa a produzir a nível ibérico" bombas de calor, o que lhe abre as portas para comercialização também em Espanha. Este projecto, que já implicou a criação de cinco novos postos de trabalho no sector produtivo e mais três na área de engenharia, foi "integralmente desenvolvido na Uniko em parceria com reconhecidos fornecedores mundiais da área", adianta.

Como explica Dilen Ratanji, "a bomba de calor permite a climatização do ar - arrefecimento e aquecimento - e o aquecimento de águas", com "75% da energia a provir do meio ambiente e 25% de electricidade". o produto da Uniko entrou agora no circuito de comercialização no mercado nacional, onde se vai bater com marcas de grandes distribuidores europeus. Segundo informações da Uniko, o País importou no ano passado 11,7 milhões de euros em bombas de calor.

Para Dilen Ratanji, existe um mercado a explorar. A Uniko apresenta a vantagem de ter "um produto 100% nacional, que ainda não está massificado, como estão os painéis térmicos e os ar condicionados, que utiliza energia renovável e que esteticamente não interfere muito" com o edifício, embora o aparelho seja instalado no exterior do imóvel.

Ainda assim, a Uniko tem previsões cautelosas de facturação para os três primeiros anos. Dilen ratanji aponta para vendas de 500 mil euros até 2013, já a contar com a aposta na exportação em Espanha e França. "A conjuntura económica actual e futura do País e a incerteza sobre a manutenção de benefícios fiscais" às renováveis obrigam a alguma cautela, diz. De outra forma "estaria bastate optimista", pois "Portugal sempre foi um país com consciência ambiental e que tem excelentes condições climatéricas".

E são as incertezas do mercado nacional que vão levar já no inicio do próximo ano a Uniko a trabalhar as exportações. "Já estamos a estudar os mercados e vamos começar pelos mais próximos, França e Espanha", revela Dilen Ratanji.

adicionado a 18.07.2011
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